Modelos de Históricos

 

 

 

MODELO - 1H

Contém o Sobrenome, Brasão e Histórico da família.

Impresso em papel especial, com gramatura 180, medindo 32 x 21,5 cm.

Preço: R$ 39,00

MODELO - 2H

Contém o sobrenome, Brasão com enfeites heráldicos e Faixa com o nome do país de origem.

Impresso em papel especial, com gramatura 180, medindo 32 x 21,5 cm.

Preço: R$ 45,00

MODELO - 3H

Contém dois sobrenomes, cada um com seu Brasão e Histórico.

Impresso em papel especial, com gramatura 180, medindo 21,5 x 32 cm.

Preço: R$ 63,00

HERÁLDICA

É uma Ciência / Arte dos Brasões.

É o conjunto de Regras ou Preceitos a que sobordinam os Escudos de Armas em todos os seus aspectos.

A palavra Heráldica vem de Arauto, e este do latim Heraldus, que por sua vez é originário de um primitivo germânico, Herold, que significava Anunciador ou Pregoeiro, e mais modernamente, Arauto ou Rei de Armas.

No Séc. X, já existiam alguns Brasões, que se estenderam por toda a Europa, atingindo o apogeu durante as Cruzadas.

Com os Torneios e Justas aportaram novos tempos, enriquecendo assim os Símbolos.

 

BRASÃO - SIGNIFICADO

 

. No Passado :


. O Brasão servia para demarcar os feudos que os Reis conferiam como privilégio
as Famílias ou junto com um Título que as mesmas recebiam por serviços
eminentes em favor a Pátria.

. Nos tempos atuais :


. O Brasão além de manter a Tradição Familiar é um instrumento de
Autoconhecimento, ao mesmo tempo que resgata informações já
Esquecidas.
Sendo também considerado um elemento de Destaque - Beleza e
Decoração.

 

FONTE - PESQUISA

. Praticamente todas as Famílias Européias possuem o seu Brasão registrado nos Antigos Livros de Armas.
O Supremo Conselho Internacional de Honrarias e Méritos oferece este Serviço com a finalidade de proporcionar ao Portador do Brasão , Sentimento de Identidade e Contexto Histórico.
E para isto a Localização do Brasão é efetuada através de Livros de Procedência Reconhecida e de Renome Internacional, , como por exemplo :
. Armorial Lusitano
. Dicionário Heráldico e Nobiliário do Reino da Espanha
. Enciclopédia Histórico Nobiliário Italiana

 

 

Banco de Dados

. 56.615 sobrenomes cadastrados, de famílias européias e americanas, com informações sobre o país e região de procedência, bem como existência ou não de dados históricos

. 6.068 históricos de famílias, em forma de resumo

. 5.515 brasões desenhados, incluindo os nomes mais solicitados no Brasil

. 5.515 brasões desenhados com enfeites heráldicos ( lambrequins ),incluindo os nomes mais solicitados no Brasil
.

 

BRASÃO - SEUS COMPONENTES

Em quase todas as classes de Heráldica, o Brasão é constituído por uma parte central chamada ESCUDO, porque nos escudos dos Cavaleiros eram pintados os símbolos que tinham escolhido ou herdado.

Todos os elementos das armas, ou Brasão, que ficam fora do escudo, chamam-se SIGNOS EXTERIORES, que se originaram na COTA DE ARMAS, vestuário que se sobrepunha á armadura defensiva, e também era ornamentada por várias formas.

Outros SIGNOS EXTERIORES dos Escudos são os atributos nobiliários representativos da categoria da pessoa que usa as armas : COROAS - CORONÉIS - ELMOS - CAPELOS ECLESIÁSTICOS, ETC.

Também são SIGNOS EXTERIORES : PAQUIFE - VIROL - TIMBRE - TENENTES - SUPORTES - CARTOLA - LAMBREQUIM - PLUMAS - CORREIAS E ORNATOS VÁRIOS ( BANDEIRAS - DIVISAS - DE FANTASIA ).

 

ORIGENS

As Origens da Heráldica são certamente militares, e encontramos referências a ela em obras da mais alta antiguidade.

No antigo Egito sabemos que as figuras heráldicas tinham uma significação simbólica que a maior parte das vezes nos escapa.

Ex : A Águia

Como os Guerreiros nos combates, usavam armas de proteção que lhes tapavam a face, era praticamenteimpossível distingui-los uns dos outros se não tivessem qualquer sinal exterior para tal fim.

Na proa dos navios parece que, por vezes, se fixava uma haste a que se prendiam fitas de diferentes cores.

Mais frequentemente, a proa, e também a popa, dos navios eram embelezadas com figuras humanas ou de animais, especialmente de gansos, porque estes, que nadam sobre as águas e não se afundam, eram considerados de bom agouro para os marinheiros.

 

 

ESCUDO

Todos os Heraldistas consideram o ESCUDO como a parte mais importante das armas, porque nele figuram as peças demonstrativas da ascendência do portador do BRASÃO, quando se trata de armas individuais, ou as peças que simbolizam a posse, domínio, ou atividade de determinada pessoa jurídica.

O ESCUDO é a representação heráldica do ESCUDO INDIVIDUAL DOS CAVALEIROS ( do latim SCUTUM ).

Esta arma de proteção tinnha dimensões não muito grandes e, por isso, [e necessário não a confundir com outras armas defensivas não ligadas ao corpo, como a adarga, o broquel o pavês, etc.

A forma do ESCUDO varia, como é natural, nas diferentes armarias nacionais, exatamente como variava a forma do objeto assim chamado, mas por motivos diferentes.

 

 

ESMALTES

ESMALTE é a designação geral das cores empregadas em Heráldica.

Dividem-se os ESMALTES em : cores - metais e forros.

As cores são : vermelho - negro - verde e púrpura.

Estão em desuso os nomes especiais em Heráldica dos quatro primeiros : goles, blau, sable e sinople.

Parece que estas cores passaram a ter esses nomes depois do regresso dos Cruzados do Oriente.

Por isso, vários deles são de origem Árabe, Persa ou Turca.

O ouro pode receber outros nomes, em determinadas circustâncias: nos escudos dos reis passa a ser chamado de sol; nos brasões da nobreza em geral é chamado de topázio. Aqueles que tem este metal no seu escudo estavam obrigados, na idade média, a fazer bem aos pobres e a defender seus senhores, lutando por eles até o final das suas forças.


O metal prata, quando presente nas armas dos soberanos, recebe o nome de lua. A prata está associada com a inocência e pureza, e aqueles que a tinham em seu brasão estavam obrigados a defender as donzelas e a amparar os órfãos.

 

 

PEÇAS

Chamam-se PEÇAS as figuras que se desenham sobre o campo de escudo.

Tmbém se lhes dá o nome de MÓVEIS, mas preferimos reservá-lo para as peças de menores dimensões, visto que o nome de MÓVEIS não parece conveniente para aquelas PEÇAS que se encontram firmadas, isto é, apoiadas pelo seu extremo nas bordas do escudo.

São PEÇAS fundamentais, por ordem alfabética :

. a asna ou chaveirão

. a aspa

. a banda

. a barra ou contrabanda

. a bordadura

. o cantão

. o chefe

. o contrachefe ou campanha

. a cruz

. a faixa

. o franco-quartel

. o girão

. o mantel

. a orla ( simples ou dobrada )

. a pala

. a perle

. a ponta

. o tau

 

 

DIFERENÇAS

A DIFERENÇA significa um ramo da famíla que não é o principal.

Na Idade Média, como as armas, regra geral, eram assumidas, não havia forma de codificar as DIFERENÇAS.

Considerem-se, por exemplo, as armas de Portugal, que, desde D. Afonso III, são quase certamente originadas numa diferença ( a orla dos castelos ), por ele adaptada, derivada de uma linha feminina.

António José Vaz Velho considera três espécies de DIFERENÇAS, a que chama respectivamente :

. Real

. Popular

. Geral

 

FIGURAS

As FIGURAS podem classificar-se em :

. Naturais

. Artificiais

. Fantásticas

. Quiméricas

As FIGURAS brasonam-se sempre voltadas á dextra, exceto nos casos de cortesia heráldica.

É claro que este princípio nada tem que ver com as figuras simétricas.

Quando as FIGURAS humanas ou de animais são representadas de frente, dizem-se em majestade.

As FIGURAS dizem-se nascentes quando se representa apenas a parte superior delas, a partir de qualquer outro elemento heráldico; se apenas se representa a parte superior das figuras mas sem estar apoiada a outro elemento, diz-se meio, palavra que também se emprega quando se apresenta uma parte da figura equivalente a metade dela, quando dividida em pala.

Diz-se movente a FIGURA que se apoia nas divisões do escudo; portanto, movente do chefe, da ponta, dum flanco e da partição.

 

 

ELMO

Esta palavra, derivada do alemão HELM ( capacete ), designa, em Heráldica, uma peça de armadura da cabeça que se desenha sobre o escudo e a meio dele, mas entre os vários aspectos que teve a armadura da cabeça foi adaptado o chamado ELMO DE GRADES, na armaria portuguesa.

Em outras armarias o ELMO tem formas diferentes, que também existiram na História :

. o capacete germânico, o morrião, a celada, etc.

Sendo uma peça de armadura, devia, teoricamente, ser usada só por Cavaleiros, ou Graus de Nobreza Superiores, mas tornou-se peça integrante de todos os escudos.

As formas, posição e material de que é representadoo ELMO, variam com a categoria do portador das armas.

Os Imperadores e os Reis usam os ELMOS DE OIRO, com a viseira levantada, e postos em majestade.

Sobre o gorjal deve figurar o símbolo da mais importante Ordem Militar do País.Nem sempre se cumpre esta regra.

 

PAQUIFE

O PAQUIFE originou-se numa peça de pano leve que servia para proteger o elmo da incidência direta dos raios do Sol e que prolongava sobre as costas, servindo de cobre-nuca.

Ou porque primitivamente essa peça fosse constituída por várias tiras com as cores do escudo, servindo também para lhe dar um certo ar elegante e fantástico, quando era agitada pelo vento ou pela corrida do Cavaleiro, como pensa o Conde G. Guelfi Camajani, ou porque o primitivo cobre-nuca se rasgasse com o uso e depois os desenhadores de Heráldica lhe quisessem dar um aspecto mais ornamental, essas várias tiras de pano passaram a ser representadas em número de quatro e com as cores que figuram no escudo.

 

 

MANTEL

MANTEL era um pequeno manto de tecido ligeiro que se colocava por cima do elmo mas que, ao contrário do cobre-nuca, não caia sobre as costas.

Primitivamente, o seu fim seria idêntico ao da peça que originou o paquife; também se pode admitir queseja uma das tiras que constituíam, talvez, como vimos, o cobre-nuca.

O seu comprimento seria então reduzido apenas por estética.

 

 

VIROL

Na parte superior da armadura da cabeça usavam os Cavaleiros, para combate, um pequeno rolo circular de couro, que servia não só para segurar diferentes peças ligadas ao capacete ( penacho , cimeira, paquife e mantel ) mas também para amortecer os golpes de armas cortantes e dados de cima para baixo.

É presumível que estes rolos fossem já pintados com várias cores derivadas das existentes no escudo, porque assim constituíam também um elemento que facilitava o reconhecimento dos Cavaleiros.

Esse rolo, que é representado em Heráldica apenas com duas cores do brasão, regra que nem sempre os desenhadores respeitam, tem o nome de VIROL ou ROLETE.

 

 

 

COROA - TIARA E CORONÉIS

A COROA é um símbolo de soberania temporal.

O seu uso remonta a Alta Antiguidade.

É provável que fosse uma forma mais ornamentada da faixa que circundava os cabelos nos penteados no Oriente e a sua forma variava muito, desde a simplesmente radiada até as que imitavam coroas constituídas por ramos diversos.

Sabemos, por exemplo, que a COROA DE LOUROS era, entre os Romanos, um símbolo de vitória,e, por esse fato, os generais vitoriosos ( imperadores ) celebravam o seu triunfo levando sobre a cabeça um COROA DE LOUROS.

Tipos de COROAS :

. COROA RADIADA

. COROA DE LOUROS

. COROA DE LOUROS DE OURO

. COROA DE OURO ORNAMENTADA

. COROA OBSIDIONAL

. COROA DE RAMOS DE OLIVEIRA

. COROA DE RAMOS DE CARVALHO

. COROA DE ESPIGAS

 

TIARA

A TIARA usada pelos Papas é de origem certamente oriental, como a mitra episcopal.

É de prata, alta e redonda, encimada por um globo de oiro, sobrepujado por uma cruz, e guarnecida de três coroas de oiro sobrepostas, com duas fitas pendentes, como as mitras.

 

CORONEL

CORONEL, do inglês CORONET, é o nome que compete ás coroas abertas, mas em Portugal é corrente designá-las tamb´me por COROA.

Nos fins do Séc. XVI havia quem a colocasse, sem direito a tal, CORONÉIS em selos, sinetes e reposteiros;uma lei de 1597 determinou que só podiam usar deles os Duques e seus filhos, Marqueses e Condes, com aspectos diversos, que seriam regulados pelo Rei de Armas de Portugal.

 

 

TIMBRE

Chama-se TIMBRE a toda a peça ou figura posta sobre o virol do elmo ou sob o coronel.

Começou por se a cimeira do elmo, que tinha formas muito variadas.

Parece ser de origem nórdica e, talvezpor isso, o nome português foi adaptado da palavra francesa TIMBRE, que significa, em Heráldica, o elmo sobreposto ao escudo, porquanto o que a nossa Heráldica chama TIMBRE conserva em francês o nome de CIMIER.

Alguns Heraldistas portugueses mantiveram, por isso, a palavra CIMEIRA.

O TIMBRE é, em regra, uma peça ou figura muitas vezes existente no escudo, que pode ser ou não acompanhada de outras peças.

Entre elas duas asas.

A este conjunto de duas asas chama a Heráldica francesa vol-voo, mas é provável que a sua origem esteja nos chifres de toiro ou alce que os cavaleiros germânicos ou escandinavos usavam nos capacetes como símbolo de coragem.

 

 

 

OFICIAIS DE ARMAS

Chamam-se OFICIAIS DE ARMAS os indivíduos encarregados de regular e por em prática as Leis Heráldicas.

Não se sabe, em rigor, a data da instituição dos diferentes ofícios, mas é provável que remonte ao tempo de D. João I.

Os seus nomes e funções derivam de nomes idênticos usados em França ou países de língua francesa, onde, então, particularmente florescia a Ciência Heráldica.

O Rei de Armas principal dirigia, todos os serviços de assentamentos da Casa Real, organização do armorial, e genealogia das diferentes linhagens, assim como tomava nota dos feitos notáveis de cada um dos nobres do Reino.

O seu imediato em categoria era o Rei de Armas Algarve.

Seguiam-se os Arautos, cuja função principal era levar aos Príncipes estrangeiros as comunicações que El-Rei lhes mandava entregar; reconheciam os aventureiros que tomavam parte em justas, etc.

Os Passavantes acompanhavam os Arautos em diferentes funções e substituiam-nos quando fosse preciso.

Para ser Titular de cada um destes cargos era necessário, depois do pretendente ser julgado apto, moral e materialmente, a desempenhá-lo, e de jurar cumprir fielmente os seus deveres, que passasse pela cerimônia do batismo, que lhe era conferido por El-Rei, após o que se lhe entregava a copa que servira na cerimônia e se proclamava o seu nome para que todos os interessados o ficassem a conhecer.

 

TÍTULOS DE NOBREZA

 

A ordenação moderna dos títulos de nobreza é a seguinte:
Príncipe - do latim "princeps", "principis" (primeiro). Filho primogênito do rei, chefe de um principado, filho ou membro de família real. É o título de nobreza mais elevado.
Duque – do latim "dux", "ducis" (aquele que conduz).
Marquês – título intermediário entre o de Duque e o de Conde.
Conde – do latim "comes", "comitis" (companheiro).
Visconde – do latim "vicecomes" (viceconde). Dado principalmente aos filhos caçulas dos condes e sua descendência.
Barão – homem, varão, pessoa poderosa pela posição ou riqueza.
Cavaleiro – do latim "caballarius" (escudeiro). Membro de Ordem de cavalaria.
Entre os títulos de nobreza figuram também as Grandezas de Espanha, títulos espanhóis concedidos a estrangeiros ilustres.

Título de Príncipe

O título de príncipe, em praticamente todos os países que tiveram ou têm monarquia, não é concedido, mas sim herdado dos pais Reais desde o nascimento. Na Espanha, por exemplo, o herdeiro da Coroa ostenta o título de Príncipe das Astúrias. Isto acontece desde o reinado de Don Juán I, que o concedeu a seu filho, o Infante Don Enrique (mais tarde Enrique III, 1379-1406). Os raros casos de concessão do título para um descendente não real espanhol foram suspensos e substituídos por títulos de duque e/ou conde. Na Espanha, o decreto de 4 de junho de 1948 restabeleceu a validade de títulos nobiliários.

Título de Duque

Um dos primeiros a se intitular Duque foi o Conde de Castilla, Fernán Gonzáles, em 1029, que se auto-apelidava Duque dos Castellanos. Mas os primeiros ducados considerados como títulos nobiliários e com caráter hereditário só se homologaram no reinado de Don Enrique II, que titulou Beltrán Duguesclin como Duque de Sória e de Molina, em 1370, e Don Fadrique de Castilla, seu filho, como Duque de Benavente. O primeiro ducado reverteu à Coroa por compra e o segundo por morte, na prisão do Infante Don Fadrique, por se ter colocado contra seu irmão, o rei Don Juan I de Castilla. Daquele tempo até o reinado de Felipe II houve vinte fidalgos que ostentaram o título de Duque. Na Espanha este título era designado para o principal e mais importante fidalgo general do rei. Em Portugal era usado tão somente para os filhos do rei ou parentes mais próximos e, como no restante da Europa, teve maior uso no século XIV. Naquele país o titular gozava da mais alta autoridade e de mais extensa jurisdição. Suas funções incluíam o comando geral dos exércitos do país. Na Itália confiava-se aos Duques a administração militar e civil de cidades e províncias.

Título de Marquês

O Marquês é definido pelos escritos históricos como "senhor de alguma terra que está em comarca do reino". Na Catalunha foram intitulados Marqueses os governadores da marca hispânica, costume seguido pelos Condes de Barcelona. O marquesado mais antigo remonta a Henrique II de Castela que, em 1336, concedeu o título a Don Alonso de Aragón, tio do rei Don Pedro de Aragón. Em Portugal, também o marquês era o governador das marcas fronteiriças.

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